Orvalho de Outono
- ABM
- 22 de nov. de 2010
- 1 min de leitura
Atualizado: 29 de ago. de 2021
“… A porta, se abril, se maio, enfim, se abriu. Até a caixa do correio, foram dez ou menos passos. Um resquício de orvalho suspenso no ar, o latido abafado de um cão desvairado. Averiguei o tempo; recebi o latido e a esperança com desigual emoção; enfiei a mão na caixa e a deixei estar por algum tempo, calculando o vazio...”
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