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O HOMEM BRANCO É UMA BOMBA


A semana acabou em prantos com a morte da atriz Deborah Kerr, o beijo mais cálido do cinema. Ainda bem que acabou rápido. E com duas mortes. A segunda morte foi a da razaõ. O prêmio Nobel de Medicina 2007 James Dewty Watson falou o que deveria calar. Escreveu um artigo no jornal inglês The Independent informando à aldeia global que os africanos são menos inteligentes que o pessoal de sua igual cor. Isso não é novidade.




Se eu pudesse reorganizar esse mundo, o faria com a África colonizando todos os continentes. Nada de homem branco mandando. O continente menos desenvolvido do mundo sempre foi e é alvo de pilhagens; pena que agora, com o tempo escapando (escrevo no horário do almoço) eu não possa me aprofundar mais neste tema que é até virtuoso... não; troque essa palavra, não é inteligente gastá-la agora; posso precisá-la mais adiante. Tenho 14 minutos para completar meu raciocínio.




Existem negros brilhantes em todas as áreas de atividade. Como também medíocores. Mas isso não é privilégio dessa raça; o número de fascínoras que tentaram dizimar a civilização é potencialmente formado por gente de pele clara e sangue escuro.




Explico, me restanto 12 minutos. Robert Oppheimmer, pai do Projeto Manhattan, aquele que resultou na fabricação da bomba atômica, era branco e até muito branco. O incrível na história não é o fato de seu invento ter tirado quase 200 mil japoneses da contagem dos vivos; não, o estupendo é que nem ele nem a sua equipe sabiam ao certo qual seria o efeito do teste realizado no deserto do Arizona. A reação em cadeia da fissão nuclear com seu desequilíbrio contínuo de átomos se chocando violentamente podia irradiar e... fazer explodir a atmosfera! Não obstante esse risco real de aniquilação, o teste foi autorizado e feito. Faltam 9 minutos.




Que fez o homem? Uma escolha. A bomba foi criada para acabar com a guerra que já estava quase ganha; mas os americanos preferiam ser eliminados pela bomba do que pelos nazistas, fato muito compreensível, antes um suicídio calculado ao assassínio pelo inimigo. Sei que ficou estranho, não era bem esse o pensamento, mas é isso que dá escrever sob a pressão do tempo.




Não sei se os negros das tribos turipaque (acabei de inventar, não me ocorre o nome de nenhuma tribo africana agora) arriscariam a saúde do planeta caso dominassem a técnica de implodir cocos ou outro materiais mais naturais. É possivel que o pajé (perdoe) não autorizasse o texte, ficasse com receio de acabar com tudo o que o Deus dele um dia fabricou com tanto carinho.




PS: veja o que é a pressa, saiu texte com x. Mas, parafraseando o Pôncio Pilatos, “o que escrevi, escrevi”.




Escrito por Alex Menezes às 12h00


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