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11/9: a Conspiração

Faz exatos 38 minutos que me embrenhei na frente deste computador para ver se sai alguma coisa desses dedos ou desse cérebro. Hoje é 11 de Setembro, uma data funesta para sãos e anglo-saxões. Zapeei os canais, me hipnotizei com uma menina que apresenta um telejornal da BandNews o que a torna antes de musa, cúmplice pela minha inespiração; não a julgue antes de a vir: sua beleza é tão desconcertante que depois dela tudo se torna opaco e ofende os olhos. Ela é a prova científica e ocular de que existe um Criador.



Não aprecio, mas tenho queda por teorias conspiratórias. Já li por falta de alguma coisa dois livros que provam por A + B que os atentados contra a mais poderosa nação do planeta não passou de uma encenação orquestrada pelo governo. Há uma profusão de sítios na Internet com artigos publicados por gente de respeito, engenheiros, geólogos, acadêmicos enfim que mostram as falhas técnicas da simulação dos Atentados sobretudo acerca do jato que se chocou contra o Pentágono e o outro que supostamente caiu “por heroísmo” dos passageiros e tripulantes do vôo.



Um dos “absurdos” alentados pelos adeptos da teoria da conspiração são as conversas via telefone celular pelos ocupantes do Vôo 93 da United Airlines; algumas ligações duraram 20 minutos. Ocorre que os celulares, segundo especialistas, não funcionam a mais de 2 mil pés de altura e o avião estava a 35 mil pés! Existe uma maranha tão imensa de “indícios” de falhas na condução da “farsa” que dá um romance se for contato em seus pormenores.



Suspendamos aqui os detalhes mórbidos. Vamos nos ater à voracidade de ganância dos homens; baseados nelas, podemos nos cientificar que o homem tentaria subornar até o próprio Deus caso tivesse acesso físico a Ele. Eu, por meu turno, não duvido. Tudo o que o homem toca com a mão tisna, enegrece, macula, empodrece, nojoa; é mais nocivo que o cavalo de Átila, que deixava estéril o chão onde batia com os cascos; o homem não só esteriliza: condena à vergonha a condição de sermos racionais.



Pode ser que esses relatos sejam apenas lendas urbanas, delírios de desocupados e gente insana. Se daqui a 250 anos documentos secretos vierem à baila comprovando as suspeitas de hoje, nem os suspeitosos e menos os responsáveis pelas suspeitas estarão vivos; todavia, se a civilização sobreviver à ganância por mais dois séculos e meio, aqueles que fizerem contato com os documentos terão o poder de apagá-los antes que o público tenha acesso a eles, conviver com a vergonha causa efeito retroativo, os homens do futuro saberão preservar seus ancestrais.





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